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Uma vida que já respira o Reino I

13 de January 2026

Uma vida que já respira o Reino I

Caminhos concretos que transformam a vida cotidiana…

Estes são os 4 Critérios básicos ensinados pelo Messias.

1.° Humildade — A porta de entrada para o Reino de Deus

  • A humildade não é pensar menos de si mesmo, mas reconhecer a verdade: que dependemos de Deus para tudo.
  • Os “pobres em espírito” são aqueles que não se apoiam em seu próprio mérito, mas na Misericórdia Divina.

Na prática, a humildade se vive quando:

  • Aceitamos nossas limitações sem nos desesperar, crendo na Ilimitação Divina.
  • Reconhecemos que precisamos ser guiados pelo Espírito da Verdade.
  • Deixamos de nos comparar com os outros para nos espelhar em Jesus.
  • “Permitimos” que Deus seja Deus, e nós criaturas imperfeitas, mas amadas.

A humildade do espírito permite que a alma (coração) se abra para reconhecer e receber, pois quem acredita que já tem tudo não pode ser guiado e muito menos cheio do Espírito Santo.

Bem-aventurados os pobres em espírito, pois deles é o Reino dos Céus.” Mateus 5:3

2.° Arrependimento — A mudança de direção

  • O arrependimento não é apenas sentir-se mal, com culpa ou triste; arrependimento NÃO É remorso, mas uma decisão seguida de uma ação de abandonar o erro, deixar de fazer o mal, o que causa uma mudança interior que se reflete no exterior.
  • É reconhecer que certos hábitos, amizades e caminhos não levam à Vida Eterna, mas o fato de reconhecer, confessar e abandonar, voltando-se para o Pai.

Na vida diária, o arrependimento se expressa quando:

  • Admitimos com sinceridade que erramos.
  • Renunciamos a justificar o injustificável.
  • Escolhemos um novo rumo, mesmo que custe.
  • Permitimos que Deus corrija o que estava torto.

O arrependimento é um ato de liberdade espiritual, emocional e que se reflete no físico: deixamos de ser escravos do que nos destrói.

“Eu não vim chamar os justos, mas, sim, os pecadores, ao arrependimento.” Lucas 5:32

3.° Entrega — Soltar para receber

  • A entrega é um dos critérios mais desafiadores para o ser humano.
  • Perder a vida “pela causa de Deus” não significa anular-se, mas cortar o laço com a carne, e soltar o controle para encontrar a verdadeira identidade.

E essa entrega é vivida quando:

  • Deixamos de nos apegar ao que acreditamos ser indispensável.
  • Permitimos que Deus reorganize nossas prioridades.
  • Aceitamos que Sua Vontade é Melhor que a nossa sempre.
  • Nos abrimos a caminhos que não havíamos imaginado.

A entrega não é resignação; é confiança ativa.

“Quem achar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a sua vida, por amor de Mim, achá-la-á.” Mateus 10:39

4.° Obediência — A resposta do amor

  • A obediência no Reino não é servilismo, mas uma relação de amor entre filhos e Pai.
  • Obedecemos porque amamos, confiamos, somos gratos, não por medo.

Na prática da fé inteligente:

  • Escolhemos o que conduz à vida em paz e segurança, não o que nos escraviza.
  • Alinhamos nossos pensamentos, palavras, ações e prioridades com o que sabemos que é a Vontade do Pai Celestial.
  • Vivemos com coerência entre fé e conduta.

Reconhecemos que cada decisão nos forma: ou nos mantêm no Reino de Deus ou nos afasta.

A obediência é a expressão, a materialização da fé inteligente.

“Não sabeis vós que a quem vos apresentardes por servos para lhe obedecer, sois servos daquele a quem obedeceis, ou do pecado para a morte, ou da obediência para a justiça?” Romanos 6:16

Diga em voz alta: “Eis-me aqui, Senhor Espírito Santo, ensina-me e usa-me hoje mais do que todas as vezes anteriores para Tua Glória!”.

Nos vemos na IURD ou nas Nuvens!
Bispo Júlio Freitas

Leia também: 
– Uma vida que já respira o Reino – Parte 1
– Uma vida que já respira o Reino – Parte 2