O que pedir ao Pai?
Ao nos aproximarmos do Pai Celestial, é importante avaliar o que estamos Lhe pedindo. Por isso, mais do que focar no externo, peçamos a Ele:
- Um coração rendido e obediente, disposto a ser moldado por Ele.
- Uma fé pura e real, que não seja de aparência ou fingida.
- Um caráter firme, que se mantenha íntegro em todo lugar: em casa, na igreja e no trabalho; que não se corrompa nem seja instável.
Porque o que verdadeiramente provoca uma transformação de vida não é ter uma religião, pertencer a uma denominação nem adotar uma filosofia de vida, mas sim o que Deus faz em nosso interior.
E por que devemos pedir isso? Porque o propósito de Deus começa dentro de nós. Ele permite que atravessemos lutas, provas e tribulações com o fim de nos capacitar e nos tornar Suas testemunhas.
Como resultado desse processo, a transformação interior torna-se visível para o exterior. Aqueles que nos rodeiam começam a notar algo diferente: uma essência que impacta não apenas com palavras, mas com o próprio testemunho.
Ora, nesse caminho de transformação, vivemos momentos difíceis e dolorosos, mas tudo o que Ele faz tem um propósito: o nosso bem e crescimento.
Porque a realidade é esta: Deus nem sempre muda as pessoas nem as circunstâncias; muitas vezes, Ele quer nos mudar:
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Para que aprendamos a olhar, pensar, falar e agir de uma maneira distinta com os nossos familiares: no nosso casamento, como pais e filhos.
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Para que possamos enfrentar os desafios da vida com segurança e viver em paz com nós mesmos.
Por isso, mesmo em meio às dificuldades, entendamos que estamos sendo disciplinados e formados, porque Ele quer que sejamos filhos legítimos, verdadeiros.
Como diz a Escritura:
“Se suportais a correção, Deus vos trata como filhos; porque, que filho há a quem o pai não corrija? Mas, se estais sem disciplina, da qual todos são feitos participantes, sois então bastardos, e não filhos.” Hebreus 12:7-8
Deus não é injusto. Assim como nos corrige, também, se somos obedientes à Sua Voz e nos mantemos na fé com um caráter inabalável, Ele nos justifica e nos abençoa para a Glória do Seu Nome:
“… mas este, para nosso proveito, para sermos participantes da Sua Santidade. E, na verdade, toda a correção, ao presente, não parece ser de gozo, senão de tristeza, mas depois produz um fruto pacífico de justiça nos exercitados por ela.” Hebreus 12:10-11
Nos vemos na IURD ou nas Nuvens!
Bispo Júlio Freitas



