Saiba a verdade sobre as Ofertas de Gratidão, Desafio e Sacrifício
Temos notado que muitas pessoas têm dificuldade para diferenciar as ofertas, já que nem todas têm o mesmo propósito nem exigem o mesmo nível de fé, confiança e dependência. Por isso, tentarei explicar de forma simples e objetiva.
Os três tipos de oferta
Muitas pessoas confundem uma oferta comum de gratidão, uma oferta de desafio e uma oferta de sacrifício, mas existe uma diferença importante entre elas.
1 – Oferta comum de gratidão: dar para colaborar com a Obra de Deus
• É aquela que a pessoa dá espontaneamente para ajudar na Obra de Deus; seja na evangelização, nos meios de comunicação, na manutenção da Casa de Deus, nos aluguéis e projetos, na assistência e em tudo aquilo que contribui para que o Evangelho alcance mais pessoas em seu Bairro ou Cidade.
• É uma oferta de gratidão e participação. A pessoa dá daquilo com que conta, sem que isso represente necessariamente uma renúncia, um desafio ou ficar na dependência de Deus.
2 – Oferta de desafio: dar mais do que o habitual para exercitar a própria fé diante de uma necessidade pontual
• A oferta de desafio vai além do que a pessoa normalmente dá. É um desafio porque a leva a sair da sua zona de conforto e a demonstrar a sua confiança em Deus.
• Geralmente, representa uma parte considerável daquilo com que conta — muitas vezes mais da metade — e é ela quem decide dar por fé, crendo que Deus pode e Quer intervir na situação que humanamente parece difícil ou desafiadora.
• Não se trata de dar por emoção, por pressão ou para competir com outra pessoa. É uma decisão de fé tomada por uma determinação pessoal. Por isso existem as Correntes de Oração e os Propósitos de fé na Universal.
3 – Oferta de sacrifício: dar aquilo que leva a uma total dependência de Deus
• Não é simplesmente dar uma quantidade maior, mas aquilo que realmente representa um sacrifício para a pessoa, a ponto de levá-la a depender de Deus.
• A oferta de sacrifício toca naquilo que custa entregar, pois simboliza a vida do sacrificante (pensamentos, sentimentos, vontades, dependência). Por isso, não pode ser definida por uma quantidade, mas pelo nível de entrega.
• A pessoa pode fazer uma oferta comum semanalmente e uma oferta de desafio uma vez por mês, mas um sacrifício costuma ser feito duas vezes por ano ou quando for necessário em casos extremos.
O princípio é este: o sacrifício não se mede pelo quanto damos, mas pelo quanto representa para nós o que estamos entregando.
Por isso, é importante não confundir as três coisas:
- A oferta comum sustenta e ajuda a Obra de Deus.
- A oferta de desafio exercita a nossa fé para provocar uma intervenção Divina.
- A oferta de sacrifício nos coloca na dependência de Deus por um Livramento, uma Superação ou uma Transformação.
E há algo fundamental: Deus não precisa do nosso dinheiro nem de nada do que possuímos. Ele olha a nossa fé materializada por meio das nossas obras, das nossas atitudes, da nossa obediência e da sinceridade do nosso coração ao ofertar, desafiar e sacrificar. A oferta nunca deve ser dada para tentar “comprar” uma Bênção, mas como uma expressão de fé, confiança ou dependência em Deus.
“Cada um contribua segundo propôs no seu coração, não com tristeza ou por constrangimento; porque Deus ama ao que dá com alegria.” 2 Coríntios 9:7
Por isso, antes de dar, não devemos olhar para o que os outros estão dando, mas para a nossa própria fé, e nos perguntar: “O que estou disposto a colocar voluntariamente nas Mãos de Deus?”.
Nos vemos na IURD ou nas Nuvens!
Bispo Júlio Freitas



